quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O olhar de JESUS

É notável a diferença entre o olhar de Jesus e a visão dos homens. Nascidos em iniquidade, habituam-se desde cedo ao egoísmo, ao pessimismo, ao desprezo e à desconfiança. Ajustam seu foco nas fraquezas, nos defeitos, explorando detidamente o lado mesquinho e hipócrita das pessoas. Jesus Cristo, a expressão viva do amor de Deus, não seguiu este padrão quando examinamos sua maneira de olhar através das páginas do Evangelho.
Quando
Jesus viu Simão Pedro pela primeira vez, não criticou suas fraquezas, nem profetizou que o negaria, embora soubesse de tudo isso. Em lugar de ver uma cana (significado do nome Simão) Cristo profetizou por uma rocha (Cefas).

É assim que Cristo nos vê.

Quando nos aproximamos dele, não nos aponta o dedo em direção a nossas fraquezas para que murchemos e desanimemos. O olhar de Jesus procura intensamente por aquilo que há de bom em nosso interior, ainda que seja um átomo em um milhão de defeitos. O dia que você procurar por Ele, vai ser bem recebido.
Quando
Jesus viu o baixinho Zaqueu, lá no alto da figueira, não zombou dele perante a multidão. Poderia ter dito: Eis aí o chefe dos coletores de impostos mais corrupto que já houve em Jericó. Não! ele não fez isto. Jesus olhava com os olhos do amor de Deus. Em lugar disso, Jesus se autoconvidou: Zaqueu, desce depressa, pois hoje me convém pousar em tua casa". Apenas um olhar e poucas palavras foram suficientes para produzir a mudança mais radical e a confissão mais sincera da vida de um chefe dos publicanos de Jericó.
Quando
Jesus olhou para o coxo junto ao Tanque de Bestesda, ele não viu um aleijado. Um um paralítico inútil. Ele viu um homem. Um homem que depois de 38 anos de doença, ainda tinha esperança de andar. Enquanto todos viam um coxo maluco, mas Cristo olhava para um homem que seguia à caminho de casa com um leito nas costas.
Quando
Jesus olhou para a mulher adúltera empurrada por mum grupo apedrejadores, ele não viu uma prostituta, mas uma jovem que precisava apenas de mais uma oportunidade para se levantar e nunca mais cair. Um olhar de misericórdia, que não encontra similar em outras religiões.
Quando
Jesus mandou retirar a pedra do túmulo de Lázaro, ele não estava olhando para um cadáver mal-cheiroso, mas via um velho amigo caminhando diante de uma família de pessoas decepcionadas.

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